|borboletas-sempre-voltam|

|borboletas-sempre-voltam|

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Trago sorrisos...


"Passei três dias tentando sentir raiva.

Três noites engolindo o mal a seco.

Deu-se que fiz força, espremi a palavra atravessada,

saiu um RISO.

Valei-me, nasci para a distração."

(Zíris)


Falar com as pessoas que eu amo me fortalece, me dá energia e uma alegria

incomparável. Tenho aprendido a ser feliz nas pequenas coisas. Tenho tido dias

felizes, mesmo quietinhos. Aprendi que pra ser feliz eu não preciso de um

milhão de amigos, de um milhão de festas ou um milhão de doses de tequila.

Aprendi que a felicidade está aqui, ó. Aqui, bem aqui. Não está vendo? Ó. Está

na minha alegria em transformar qualquer sentimento em literatura. Está na

alegria de ser um ser imperfeito e ainda assim amado. Está na alegria de me

embriagar só de amor. Está na alegria de sorrir mesmo sem câmeras. De dançar

sem boates.

Afinal, o que é importante pra você? Pra um mendigo que vive na rua, talvez o

mais importante seja um lar. Eu tenho um lar. Eu tenho vários lares. Eu tenho

portas abertas pra quando eu me sentir sem lugar algum no mundo. Pra um

solitário, talvez o mais importante sejam os amigos. Eu tenho amigos.

Pouquíssimos. Mas escolhi a dedo. Ou eles me escolheram?

Importância é algo muito relativo – como quase tudo nessa vida. Na maioria das

vezes, a importância está na necessidade. Temos que aprender a dar

importância sem necessidade alguma. Eu tenho um lar, uma família, eu tenho

amigos, eu tenho o que vestir, o que comer, eu tenho um corpo saudável, uma

mente incrível que me permite viajar por lugares inimagináveis.

Trago dentro de mim um milhão de sorrisos. E não canso de distribuir por ai. A

troco de que? A troco de NADA. A troco da minha felicidade.

Meu plano de vida está escancarado: SER FELIZ!

Eu caio, eu tropeço, eu ralo o braço, eu perco o chão, eu choro, mas não desisto

de tentar atingir meu plano. E o atinjo, todo dia, entre um tombo e outro.

Quantas vezes eu cai, achando que nunca mais me levantaria? E quantas vezes

eu me levantei, achando que nunca mais cairia?

Felicidade não é utopia, não é ilusão.

Felicidade é o nome do lugar onde me encontro agora. Pode ser que amanhã, eu

já não esteja aqui, pois eu saio, dou uma volta por lugares desconhecidos e

sombrios, e volto. Volto pra onde tem sol.

E celebro todo santo dia o meu direito de ser feliz, de ser boba até. E tatuo no

rosto um sorriso e na boca uma canção e na alma? Na alma, FÉ!

Taila Ueoka.

2 comentários:

  1. xD Obrigado por retornar a visita,gostei também do que escreve, principalmente do texto abaixo. Acho sincero o que escreve, isso é lindo.
    Depois qro conhecer mais sua escrita.

    Fico feliz que tenha gostado, volte sempre xD

    ResponderExcluir
  2. So para constar. Sou eu no comentário acima, mas é que estava no login do meu e-mail xD

    ResponderExcluir